A sonoridade do Mawaca é única. O grupo consegue fazer uma alquimia musical com elementos de diferentes culturas musicais, interligando-as pelo ritmo, pelo caráter melódico ou até mesmo pelas letras ou mensagens. Com isso, cria um amálgama que vai muito além dos rótulos de música erudita, folclórica ou popular. Hoje, Jojoscope abre o Sabadão Musical com um projeto em homenagem ao Centenário da Imigração Japonesa, que aconteceu em 2008. Lá no grande auditório do Centro de Convenções do Anhembi se reuniram a Orquestra Jazz Sinfônica, regida pelo maestro João Mauricio Galindo, o Grupo Mawaca, liderado pela cantora e etnomusicologista Magda […]
Monthly Archives: junho de 2011
Inscrições abertas para mais um evento com realização JB²S e Dô Cultural Especialista conceituado, Sarkis Sergio Kaloustian fará uma palestra a respeito da beleza e da técnica milenar da arte paisagística dos jardins japoneses, que acontecerá no Kohii Café e Cultura. O livro “Jardim Japonês – A Magia dos Jardins de Kyoto” é fruto de quatro anos de pesquisas e de mais três viagens para documentação fotográfica, o autor revelará os segredos que os antigos mestres paisagistas dominavam com perfeição. O uso genial dos materiais e suas técnicas sofisticadas de composição plástica espacial propiciam uma experiência sinestésica rara aos sentidos […]
JO TAKAHASHI discute o filme GAIJIN, OS CAMINHOS DA LIBERDADE, no Ciclo Cinema e Psicanálise De maio a outubro, a Cinemateca Brasileira retoma sua programação de encontros entre o cinema e a psicanálise por meio de um novo ciclo de projeções de filmes seguidas de debates com profissionais de grande destaque da arte e da cultura, mediados por psicanalistas. Em parceria com a Fepal – Federação Latinoamericana de Psicanálise, com apoio da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP), do jornal Folha de S. Paulo e da Universidade São Marcos, o evento tem coordenação de Leopold Nosek, presidente da […]
O Mawaca, dirigido por Magda Pucci, apresenta o show Ikebanas Sonoras, que traz repertório de canções japonesas de diferentes estilos, mostrando a variedade da cultura japonesa através das estações do ano, muito bem delineadas no Japão pelas mudanças das cores e da temperatura, com arranjos que são constantes diálogos entre as culturas japonesa e a brasileira. No repertório, canções do folclore japonês, min’yo tais como Soran Bushi , Hotaru Koi, Imayo, Oshio Ongatsu, Kazoe Uta e Asadoya Yunta. Além dessas, o grupo apresenta também fusões de canções japonesas com brasileiras como é o caso da ‘Akhoyte’ dos índios Gavião e […]
O Kamishibai nasceu no Japão, em 1930. A antiga técnica de contar estórias com desenhos em rolo foi adaptada para painéis de desenhos emoldurados em uma caixa, dando a impressão de um teatro ou uma tela de cinema. O narrador ficava do lado ou atrás dos desenhos e ia trocando as cenas ao desenrolar da estória. Os narradores ambulantes adaptaram a caixinha com os desenhos na garupa da bicicleta para permitir mais mobilidade. Muitos desenhistas famosos de mangá criavam desenhos para o kamishibai. Era o caso de Shirato Sanpei (criador de Sasuke) e Mizuki Shigeru (que criou Gue-gue-gue no Kitaro). […]
SESC Pinheiros Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros dia 7 de Junho 15h00 Filho Único (Hitori Musuko) Japão, 1936, 87 min., p/b., livre Direção: Yasujiro Ozu Elenco: Chouko Ilda, Shinichi Himori, Masao Hayama, Chishu Ryu Primeiro filme falado de Ozu. Uma mãe solteira, operária numa fábrica,sofre para poder criar o filho. Anos mais tarde, este já adulto, se muda para Tóquio para cursar medicina. Após ter se formado, sua mãe resolve ir visitá-lo, esperando encontrar um médico de sucesso, mas encontra um filho desempregado, casado e morando nos subúrbios. 17h15 O Intendente Sansho (Sansho Dayu) Japão, 1954, 120 min, p/b., […]
Texto de Lúcia Nagib (*) São Paulo tem uma longa história de amor com o cinema nipônico. Graças a essa relação, que ecoou também em outros pontos do país, os brasileiros puderam conhecer, por exemplo, as obras-primas de Yasujiro Ozu quase uma década antes de o diretor se tornar um ícone do cinema moderno no resto do mundo, celebrado por críticos como Noel Burch e David Bordwell. Ainda circula por aí uma cópia truncada e desbotada de Bom dia (Ohayo, Yasujiro Ozu, 1959), sobrevivente de um tempo em que Wim Wenders nem sonhava em fazer Tokyo-Ga (1985), homenagem ao diretor […]